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A influência do Mercado Livre no Comércio entre Pessoas

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Com toda essas informações sobre Social Commerce circulando pela web brasileira (até em nosso blog mesmo) nota-se que um dos maiores players do comércio eletrônico não é evidenciado pelas matérias escritas, o MercadoLivre. Esse gigante do comércio “informal” da América Latina é um case de eficiência no modelo de negócio baseado em Social Commerce.

O ML foi uma das primeiras empresas na web brasileira que abriu a oportunidade para internautas comuns venderem seus produtos em um local seguro, de simples utilização e rápido comunicação. Utilizando recursos de avaliações e réplicas das vendas e compras, os usuários conseguem mensurar um nível de confiança que podem ter no usuário em questão.

A influência do posicionamento que o ML dá para o usuário é o fator chave para conquistar uma venda, pois se ele é mal visto ou negativado pelo sistema as chances de fracassar em suas vendas ou até compras são grandes. Vendo tal poder na decisão de compra de seus usuários as possibilidades de integrar suas vendas em outras polataformas não só de comércio online  mas de interação entre pessoas é uma oportunidade que poderia ser muito bem explorada.

Conversando com um grupo de amigos semana passada um deles citou a posssibilidade de integrar o ML com diversas redes sociais para efetuar venda e publicidade dos produtos.

E como poderia ser feito isso?

Uma aplicação específica para Orkut e Facebook, por exemplo, poder criar uma vitrine de produtos que usuário está vendendo ou querendo comprar pela plataforma do ML e divulgar entre seus amigos possibilitando eles a ter os mesmos recursos da plataforma ML, porém com o diferencial de divulgar para pessoas com um nível de confiança maior e essas podendo indicar à outras. É uma solução simples que possivelmente terá um futuro.

O que vocês acham da possibilidade de integração dos recursos do ML com as redes sociais tradicionais?

Sobre o autor

Thiago Nascimento é graduado em Bacharelado em Informática, pós-graduado em MBA em Empreendedorismo Tecnológico, com experiência em análise de sistemas para internet e mídias sociais, aficionado por tecnologia, marketing digital, negócios, jiu-jitsu, futebol e social commerce. Vivendo e empreendendo....

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Comentários (3)
  • henrique

    Uso o mercado livre a quase dois anos, como vendedor e comprador, e a pouco tempo que percebi a inclusão do compartilhar e o curtir do facebook. A idéia de integrar as outras redes sociais, não só com
    “botões”, é sem dúvida um salto no nível de interação dos usuários. Hoje, temos a reputação, comentários e respostas de perguntas. Ao integrar a um social shopping, o nível de relevância da opinião aumenta e expande o universo de compra e venda. Certas pessoas ainda tem medo de comprar no mercado livre, e aí as redes sociais dariam maior segurança a apoio no ato de compra.

  • http://www.nosqlbr.com.br Suissa

    Fora o SEO deles q é muito foda, você procura algum produto e mostra antes os links do ML.

  • http://flavors.me/laisd Laisd

    O MercadoLivre investe no Social Commerce desde sempre. Ele tinha, até pouco tempo atrás, os Catálogos de produtos, que eram feitos basicamente das opiniões das pessoas sobre os produtos vendidos na plataforma. O problema era que as pessoas não sabiam usar essa ferramenta direito e ao invés de falarem sobre o produto X, falavam do vendedor Y.
    E agora o MercadoPago, meio de pagamentos do MercadoLivre, lançou um modelo de cobrança via redes sociais… Só o que falta mesmo é a vitrine no Facebook. :)

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